Funcionária que autorizou o plano de voo da LaMia pede refúgio ao Brasil

 Funcionária que autorizou o plano de voo da LaMia que levava os jogadores da Chapecoense,  se apresentou as autoridades brasileiras em Corumbá, no Mato Grosso do Sul. Célia Castedo Monasteiro pediu refúgio no Brasil.
 Ela trabalhava na Asana, administração autônoma de serviços aeroportuários e navegação aérea da Bolívia, e segundo informações está sendo ameaçada. Com medo de sofrer represália, Célia pediu refúgio aos brasileiros. Ela foi atendida pelos procuradores do Ministério Público Federal, onde passou mais ou menos 15 horas sendo ouvida.
 A Polícia Federal informou que o pedido é baseado em ameaças que Célia estaria sofrendo na Bolívia, o advogado dela não deu nenhuma informação sobre o caso.  
As investigações apontam que foi ela que recebeu o plano de voo do avião da LaMia e sua assinatura consta no plano de voo. 
 Depois do acidente Célia enviou um relatório em que questionava o despachante da LaMia sobre cinco pontos importantes do plano de voo, um deles era sobre o tempo de rota igual ao tempo de autonomia do avião. Célia foi indiciada pelas autoridades da Bolívia que abriram uma investigação para ver se houve negligência da funcionária. 
 O pedido de refúgio foi encaminhado ao Ministério da Justiça em Brasília, o prazo para a reposta pode durar até um ano, enquanto isso Célia pode permanecer no Brasil.

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