MTE identifica em SE mais de 350 pedidos fraudulentos no seguro-desemprego

 O seguro-desemprego foi implantado pelo Governo brasileiro no ano de 1986 para colaborar com o cidadão, que perdeu o emprego, a manter-se por um período de cinco meses ou até conseguir recolocar-se no mercado de trabalho. Por causas das fraudes, o benefício nem sempre chega às mãos de quem realmente tem direto, sendo desviado pelas quadrilhas especializadas, que sacam o dinheiro no lugar do trabalhador.  
 Segundo o Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE), de dezembro de 2016 até o dia 27 de abril foram identificados 357 pedidos de fraudes em Sergipe, somando mais de R$ 1.662.722,00 que poderiam ter sido desviados, não fosse a intervenção do novo sistema de combate à fraudes implantado no final do ano passado.  
 Entre os casos mais recorrentes de crime estão os relacionados a falsificação de requerimentos e alterações nos salários. “É quando um fraudador coloca o salário mais alto e o trabalhador não sabe. A documentação é falsificada e o criminoso recebe às parcelas com valor maior”, explica o coordenador-geral do Seguro-Desemprego, Abono-Salarial e Identificação Profissional do Ministério do Trabalho e do Emprego, Jonas Santana Filho.  
 "Maior parte da multa é por não ter repassado os dados do contratado ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED)" - Celuta Kraus, superintendente Regional do Trabalho em Sergipe (SRT/SE).

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