Medida Provisória 774 Preocupa a Indústria Têxtil Sergipana

  A Comissão Mista da Medida Provisória (MPV) 774 de 2017, que extingue a desoneração da folha de pagamentos, realizou audiência pública para debater os efeitos da medida com representantes dos setores impactados.
  Presentes empresários de diversos segmentos, o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), Fernando Pimentel, afirmou que “o empreendedor no Brasil enfrenta grande insegurança jurídica e não possui liberdade para planejar seus negócios”. Pimentel também destacou que “não será onerando a produção que se alcançará melhora na situação econômica do país e que os países em desenvolvimento estão criando políticas para estimular a produção industrial”. Ele finalizou dizendo que “o fim da desoneração da folha é extremamente prejudicial”.
  Na mesma linha de pensamento, o presidente do Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem do Estado de Sergipe (SINFITESE), Renato Dalles, enviou correspondência aos parlamentares sergipanos onde afirma: “diante do atual cenário econômico, onde a indústria brasileira esboça uma recuperação, revogar a política da desoneração da folha de pagamentos para a indústria têxtil e de confecção provocará um impacto extremamente negativo para um setor que vem fazendo sua parte, aumentando sua produção, gerando empregos e contribuindo cada vez mais para os cofres públicos.”.
  Caso a MP consiga aprovação no Congresso, passará a valer a partir de 1º de julho deste ano.

Por Kamilla Ribeiro

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