Ex-prefeito é denunciado de passar terrenos da prefeitura para aliados

Saiu em um dos jornais de maior circulação de Sergipe o caso dos lotes que foram leiloados pelo ex-prefeito Dílson de Agripino com indícios de corrupção.

MAIS DE R$ 600 MIL REAIS DE DINHEIRO PÚBLICO! 

Durante a transmissão de uma live no Facebook, na última quarta-feira, dia 30, o ex-secretário de Administração de Tobias Barreto, Diógenes Júnior, fez graves denúncias contra o ex-prefeito e atual deputado estadual Adilson de Jesus Santos, o ‘Dílson de Agripino’. Com documentos em mãos, Diógenes Júnior, que é filho do atual prefeito e candidato à reeleição, Diógenes Almeida, citou nomes de pessoas envolvidas em supostas irregularidades em leilões de terrenos pertencentes ao município.

Os terrenos em questão são de uma área chamada “Complexo Julieta Barreto de Menezes” (Concórdia), situada na entrada da cidade. Como mostram os documentos, em dois leilões realizados, alguns lotes adquiridos por particulares foram repassados sem a devida quitação e constam indícios de desvios e irregularidades com danos ao erário público. “Na época, R$ 618.000,00, sendo que foram vendidos lotes por R$ 14 mil, por exemplo, que valeriam R$ 50 mil…”, ressalta Diógenes Júnior.

Em Ação Civil Pública aberta nesta semana, consta que após a arrematação dos lotes, o ex-prefeito, secretários e assessores da gestão elaboravam recibos de quitação sem que tivesse havido o pagamento para os cofres públicos, favorecendo amigos e familiares – ou seja, de forma fraudulenta. “Lotes que foram transferidos e escriturados sem a comprovação de pagamento. Tudo isso já foi denunciado no Ministério Público, nas 1ª e 2ª varas, na Polícia federal, no Tribunal de Contas do Estado, no Tribunal de Justiça… e eu vou comprovar como tudo foi feito”, frisou Diógenes Júnior durante a transmissão ao vivo.

O ex-prefeito e atual deputado estadual, Dilson de Agripino, foi procurado pelo JORNAL DA CIDADE para se defender das acusações. A equipe do JC procurou o chefe de Gabinete do parlamentar, que garantiu enviar a defesa por escrito. Porém, até o fechamento desta edição, o assessor de Comunicação entrou em contato com o jornal, mas não enviou a resposta. O JC permanece à disposição para possíveis justificativas na próxima edição.

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